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Museu de Ciências da Amazônia promove resgate cultural e fomento ao turismo em Belterra

Sectet - seg, 18/07/2016 - 08:29
18/07/2016

O município de Belterra, no oeste paraense, terá o primeiro museu de história natural do Pará. O Museu de Ciências da Amazônia usará a educação para estimular o turismo e disseminar cultura, explorando a riqueza cultural deixada pela passagem do ciclo da borracha no município e seu patrimônio natural. Nesta quinta-feira, 14, uma solenidade realizada no centro histórico de Belterra marcou o início das obras do museu.

A cerimônia contou com a presença do secretário de estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica, Alex Fiúza de Melo, de diretores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de Luiz Felipe, coordenador da Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental (AmaBrasil), secretários municipais e outras autoridades locais.

Belterra possui vasto e rico patrimônio histórico, herdado da implantação do ‘Projeto Ford’, em 1934. O magnata Henry Ford sonhava em construir um império no coração da Amazônia, usando a riqueza oriunda da exploração do látex natural. Nascia o então chamado Ciclo da Borracha.

O projeto ambicioso de Ford, contudo, não durou por muito tempo, mas deixou uma estrutura urbana invejável à época para os padrões locais e baseada na arquitetura norte-americana, entre casas pré-fabricadas em madeira, hidrantes, caixas d’água, escolas e um até hospital.

Todo esse patrimônio será a base do projeto de criação e da política pedagógica do Museu de Ciências da Amazônia. A começar pela implantação de suas instalações, a serem erguidas no local onde funcionou o hospital construído por Henry Ford para atender os trabalhadores da vila àquela época.

“A ideia é aproveitar o patrimônio cultural histórico, legado da época da borracha, deixado e custeado por Henry Ford. Vamos resgatar parte desse patrimônio, como a caixa d’água, o antigo hospital e outros prédios históricos”, explica Alex Fiúza de Melo.

O investimento inicial será de cerca de R$ 15 milhões, sendo R$ 4,3 milhões em recursos próprios do governo do Estado e o restante proveniente do BNDES. As primeiras ações envolvem a restauração do antigo hospital Henry Ford, do alojamento da Embrapa, das duas caixas d'água, da casa construída para que Ford nela morasse, e ainda o inventário da fauna e flora da região, o projeto museológico, o abastecimento de água e o esgotamento sanitário do município.

Vizinho ao Museu está a Floresta Nacional do Tapajós (Flona) e dezenas de praias banhadas pelo Rio Tapajós. Esse patrimônio também será alvo das ações do Museu de Ciências. “O Museu vai servir de referência para formação de pessoal local no trato da biodiversidade que temos no entono e na aplicação para o turista no trato dessa biodiversidade, que inclui não só a borracha, mas diversos fármacos, cosméticos e outras matérias-primas vegetais. Será um atrativo turístico incorporado ao Polo Tapajós, que tem Alter do Chão como porta de entrada”, detalha Fiúza.

Inicialmente, segundo o secretário, a AmaBrasil e a Sectet serão as responsáveis pela gestão do Museu e sua metodologia de trabalho, que vão incorporar, de forma participativa, várias instituições, órgãos e entidades. “Ama Brasil e a Sectet vão ficar à frente da gestão no período de implantação. Mas a ideia é de que no futuro essa gestão seja feita pela própria comunidade, haja vista que o projeto já será sustentado a partir do atrativo turístico. É um modelo plural, interativo, que dialoga com escola, universidade, parte cultural e setor turístico. Várias secretarias de estado terão agenda aqui, como Seduc, Sedect, Secult e Setur. Essa é a nossa perspectiva”, informou o secretário.

A previsão é de que o Museu entre em operação em 2018. Para a diretora Departamento de Economia da Cultura do BNDES, Luciane Borbulho, o Museu possui uma dimensão que vai além do aspecto cultural. “Esse projeto é resultado de um processo de articulação e cooperação entre governo do Estado, Prefeitura de Belterra, Instituto Butantan, AmaBrasil e o BNDES. Esse trabalho tem dimensão cientifica, ambiental e cultural com potencialidades econômicas, por isso o consideramos um marco”, disse.

Por Alailson Muniz - Agência Pará

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Sectet oferta curso em Planejamento Estratégico para Multiplicadores em Fruticultura

Sectet - qui, 14/07/2016 - 16:56
14/07/2016

Estão abertas as inscrições para o curso em “Planejamento Estratégico para Multiplicadores em Fruticultura”, promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), por intermédio de sua Diretoria de Educação Técnica e Tecnológica, com o apoio do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu. O curso é gratuito e será ofertado na modalidade a distância, com vagas destinadas a lideranças comprometidas com as atividades de fruticultura, participando de arranjos produtivos locais, associações ou cooperativas voltadas para o trabalho com a fruticultura e comercialização de derivados nos municípios de Altamira, Anapú, Brasil Novo e Uruará.
 
O curso pretende instrumentalizar agentes multiplicadores da região em planejamento estratégico, visando organizar arranjos produtivos locais que contribuam para o Desenvolvimento do Xingu. Em função da abordagem, recomenda-se como pré-requisito que o participante tenha ensino médio completo ou superior, possua domínio básico em informática (editor de texto e planilhas eletrônicas) e de navegação na rede internet, tendo em vista que a oferta será a distância.
 
A capacitação  terá carga horária de 120 horas. Os inscritos terão até três meses para realizar as atividades propostas durante a capacitação por meio do “Moodle”, uma plataforma online de salas virtuais que propiciam aos participantes espaços interativos com fóruns temáticos, atividades teóricas e práticas de autoavaliação da aprendizagem.
 
As inscrições vão até o dia 05 de setembro e podem ser feitas no endereço eletrônico: http://ead.sectet.pa.gov.br/. As inscrições passarão por uma avaliação interna e a homologação final será feita até o dia 09 de setembro. Todos os concluintes receberão certificados ao término do curso.
 
Serviço
Curso a distância em “Planejamento Estratégico para Multiplicadores em Fruticultura da região do Xingu”
Inscrição: 18/07/2016 a 05/09/2016, pelo endereço: http://ead.sectet.pa.gov.br/
Execução do curso: 15/09/16 a 16/12/16.
Mais informações: sectet.ceaddett@gmail.com, ou pelo telefone (91) 4009-2540.

 

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Sectet e UFPA realizam II Simpósio Internacional da Cadeia Produtiva do Açaí

Sectet - qui, 14/07/2016 - 13:48
14/07/2016

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet) e a Universidade Federal do Pará (UFPA) realizam, de 25 a 27 de agosto, o II Simpósio Internacional da Cadeia Produtiva do Açaí, cujo tema este ano é Segurança Alimentar e Nutricional. O evento tem por objetivo debater propostas teóricas e alternativas práticas para o desenvolvimento da cadeia produtiva do açaí.  As inscrições para participação e submissão de trabalhos estão abertas e podem ser feitas pelo site: www.doity.com.br/sinter.    

O II Sinteraçaí será no Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ/UFPA) e contará com a participação de gestores e especialistas ligados a diferentes instituições nacionais e internacionais. A programação inclui palestras, mini cursos e mesas redondas para discutir questões sobre melhoramento da produção, nichos de mercado e tecnologias aplicadas ao açaí e derivados.  Busca-se, ainda, promover uma ampla discussão sobre o monitoramento das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional na cadeia do açaí na América Latina, no Brasil e, em especial, no Estado do Pará.

De acordo do com o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, o evento é uma excelente oportunidade para que o público possa ter acesso às pesquisas e técnicas mais recentes voltadas ao açaí. “A ocasião oportunizará a criação de um ambiente para trocas de experiências e estabelecimento de novas parcerias entre os atores institucionais dos diferentes estados e países envolvidos”, ressalta o secretário. 

O evento conta com o apoio do CNPq , Embrapa Amazônia Oriental, Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisa (Fapespa), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Ministério das Comunicações, Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Associação dos Vendedores Artesanal de Açaí de Belém (Avabel).

II Simpósio Internacional da Cadeia Produtiva do Açaí
Data: 25 a 27 de agosto

Local: Auditório do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA. Rua Augusto Corrêa s/n próximo ao terminal de ônibus (3° portão da UFPA), Bairro Guamá.

Inscrições: Estudante     - R$ 70,00 e profissionais - R$ 150,00

Informações: (91) 3201-8861 sinter_acai@yahoo.com

Texto: Ana Carolina Pimenta - Ascom Sectet

 

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Governo do Estado apoia implantação do Museu de Ciências da Amazônia em Belterra

Sectet - qua, 13/07/2016 - 09:41
13/07/2016

Em 1934, a Companhia Ford fundou a cidade de Belterra, inaugurando um ambicioso projeto de tornar a região um pólo produtor de borracha. Os planos do empresário Henry Ford fracassaram, mas a cidade preservou boa parte de seu patrimônio arquitetônico. Mais de oitenta anos depois, o Governo do Estado, o BNDES, a Prefeitura de Belterra e a Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental (AmaBrasil) darão um novo uso à antiga vila americana, por meio da implantação do Museu de Ciências da Amazônia. Uma solenidade a ser realizada no dia 14 de julho, no centro histórico de Belterra, marcará o início das obras.

O projeto envolve a restauração do antigo hospital Henry Ford, do antigo alojamento da Embrapa, das duas caixas d'água históricas, da casa construída para Ford morar, o inventário da fauna e da flora da região, o projeto museológico, o abastecimento de água e o esgotamento sanitário do município. O investimento será de cerca de R$15 milhões, sendo R$4,3 milhões advindos do Governo do Estado.  

A implantação do Museu de Ciências resulta de articulações anteriores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), responsável por coordenar o projeto em nome do governo estadual. "Esta iniciativa é uma demonstração de que, por meio da ciência e da tecnologia, tendo como âncora boas parcerias, os povos amazônicos, sua história e seu patrimônio cultural, podem ser resgatados em todo o seu potencial, bem como induzidas novas formas de desenvolvimento local, por meio da geração de oportunidades inéditas de promoção social e da participação direta das comunidades envolvidas", destaca o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.

O Museu está idealizado para ser um espaço interativo, tecnológico e dinâmico focado nas riquezas naturais da Floresta Amazônica, com destaque para a Floresta Nacional do Tapajós, importante área de preservação localizada nos limites dos municípios de Belterra, Aveiro, Placas e Ruropólis. Entre os eixos de ação prioritários estão a educação ambiental, à economia verde e a pesquisa em torno da biodiversidade local. 

Sediado no antigo Hospital, o Museu de Ciências contará com exposições interativas, tour virtual, laboratórios para pesquisa básica, coleção zoológica e locais apropriados para exibição de vídeos e oficinas culturais. O patrimônio histórico restaurado servirá de base, também, para hospedagem de pesquisadores e turistas interessados em conhecer as riquezas culturais e naturais desta parte da Amazônia.  A previsão é de que o Museu entre em operação em 2018. 

Texto: Ana Carolina Pimenta - Ascom Sectet

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Nota de falecimento

Prodepa - dom, 10/07/2016 - 18:45
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Trabalho sobre projeto de Telefonia Celular Comunitária apoiado pela Sectet recebe prêmio nacional

Sectet - qui, 07/07/2016 - 16:22
07/07/2016

Oferecer alternativas baratas de telefonia móvel e acesso à Internet para comunidades isoladas na Amazônia. Esse é o objetivo do projeto Telefonia Celular Comunitária (Celcom), desenvolvido pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e apoiado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet). O trabalho já apresenta importantes resultados e tem recebido reconhecimento nacional por isso. Um exemplo é o estudo “Projeto de telefonia celular GSM Baseada em Open Source e Open Hardware para comunidades rurais isoladas e carentes na Região Amazônica: Estudo de Caso em Itabocal - Irituia”, contemplado, neste mês de julho, com o Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade de melhor dissertação  na categoria Tecnologias Socioambientais, com ênfase no combate à pobreza.

De autoria do engenheiro Jeferson Breno Negrão Leite, e sob orientação do pesquisador Aldebaro Klautau Junior, a dissertação foi defendida em 2014, por meio do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFPA. O trabalho se destaca por testar a viabilidade do sistema alternativo de telefonia celular “Celcom”. De acordo com os resultados obtidos, a tecnologia desenvolvida pelo Laboratório de Processamento Digital de Sinais (LAPS) representa uma proposta de tecnologia inovadora, de baixo custo, capaz de fornecer às comunidades desprovidas dos serviços básicos de telefonia e Internet, de forma totalmente gratuita, serviços básicos de telefonia móvel GSM (conversação e SMS) e acesso à Internet com taxa média de 40 kbps (equivalente a uma conexão discada).

Jeferson Leite acredita que a dissertação produzida e o prêmio recebido possam incentivar a comunidade científica da Amazônia a aprofundar os estudos em comunicação móveis já existentes na região e permitir que outras tecnologias similares possam ser desenvolvidas. “É fato que as redes comunitárias terão papel de destaque na inclusão digital durante os próximos anos. Entendo que o prêmio é um dentre vários fatos indicando que a UFPA e parceiros estão não só posicionados para liderar pesquisas na área, mas  também fomentar empresas paraenses de base tecnológica que proverão soluções de impacto à comunidade rural amazônica.”

Parceria com a Sectet – Desde 2015 a Sectet é parceira da UFPA para tornar o Celcom um programa viável de ser reaplicado em diferentes regiões do estado. Pelo convênio firmado, serão implantados dois projetos pilotos de telefonia celular e Internet comunitárias: um  em uma comunidade rural do município de Irituia e outra na área de abrangência da Floresta Nacional de Caxiuanã.

A iniciativa de investir no Celcom integra as ações previstas pelo planejamento estratégico da Sectet, o qual prevê o investimento na difusão e reaplicação de tecnologias sociais, caracterizadas por apresentar soluções tecnológicas de baixo custo de instalação e manutenção para resolver problemas das comunidades e transformar suas realidades. “A exemplo deste caso, outras tecnologias sociais estão sendo financiadas neste momento, pela Secretaria, com o objetivo de colocar a ciência e a tecnologia, por meio da inovação, à serviço das populações paraenses mais carentes”, ressalta o secretário Alex Fiúza de Mello.

De acordo com o coordenador do Celcom, Aldebaro Klautau, “A Sectet deu ao Celcom a oportunidade que faltava para demonstrar que a inclusão digital em comunidades rurais pode ser mais eficaz nos aspectos técnico e econômico. Isto facilitará a atual articulação para que a legislação dê suporte à telefonia /Internet comunitárias, com o Celcom sendo replicado não só na Amazônia mas todo Brasil.”

Alguns dados referentes ao município de Irituia ajudam a vislumbrar os possíveis impactos positivos que o Projeto pode ocasionar. Com população de 31.364 habitantes, sendo 79% situados na zona rural e distribuídos em 48 comunidades, Irituia conta com apenas duas operadoras móveis, que atendem somente a sede do município.  As maiores comunidades possuem telefone público, mas sete aparelhos dos dez testados não funcionam. 

Texto: Ana Carolina Pimenta - Ascom Sectet

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Inovação e Educação

Sectet - qua, 06/07/2016 - 12:13
06/07/2016

Governador envia à Assembleia Legislativa Projetos de Lei sobre inovação e educação profissional 

Nesta primeira semana de julho, o Governador Simão Jatene enviou à Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) dois importantes Projetos de Lei que buscam ampliar a competitividade e sustentabilidade do estado. Os projetos “Lei Estadual de Inovação” e “Programa Pará Profissional” foram elaborados de forma colaborativa por diversas instituições, sob coordenação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet). 

O projeto da Lei Estadual de Inovação estabelece uma série de medidas de incentivo à inovação, à pesquisa científica e tecnológica e à engenharia não-rotineira, visando ao desenvolvimento tecnológico, econômico, científico e social. Em outras palavras, a legislação facilitará a cooperação entre os setores público e privado, e a academia, com o objetivo de incentivar a pesquisa, a extensão científica, a inovação e o desenvolvimento de produtos com vistas a tornar o Pará um estado mais competitivo diante do mercado nacional e mundial.

Já o Pará Profissional está voltado ao estabelecimento de uma política consistente e eficaz de formação profissional e tecnológica em todas as regiões paraenses. Tem como principal finalidade dinamizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica, nas suas diversas modalidades, nos níveis de formação inicial e continuada, qualificação e certificação de habilidades profissionalizantes, técnico, tecnológico superior e de pós-graduação. 

A expectativa é de que os Projetos de Lei sejam  aprovados pela Alepa ainda este ano.

 

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Internet no Marajó

Sectet - ter, 05/07/2016 - 12:30
05/07/2016

Energia firme e internet de qualidade chegam ao município de Ponta de Pedras

“Hoje o Marajó está no século XXI”, afirmou a prefeita de Ponta de Pedras, Consuelo Castro, se referindo à inauguração do fornecimento de energia firme e de sinal de internet de fibra ótica, que na tarde desta quarta-feira, 29, chegaram à cidade, por meio de dois circuitos de cabos subaquáticos. Foram investidos cerca de R$ 250 milhões no projeto, que também vai beneficiar outros nove municípios, fruto da parceria do Governo do Estado e das Centrais Elétricas do Pará (Celpa).

“A subestação de Ponta de Pedras permite que a Ilha do Marajó se integre ao Sistema Interligado Nacional, enquanto o sinal do Navega Pará conecta a gente com o mundo”, destacou Consuelo Castro, com a convicção de quem enfrentava o problema diariamente, como no caso da escola municipal Romeu Santos, recentemente reformada e equipada com 24 centrais de ar-condicionado, que não puderam ser ligados por que a energia gerada na cidade não permitia o funcionamento dos aparelhos.

Se na área educacional a qualidade da energia era um problema, na área da saúde a situação se agravava. “O aparelho de Raio X do hospital municipal nunca conseguiu funcionar pois a energia termoelétrica não tinha capacidade de atender a nossa demanda. Isso demonstra o quanto esse investimento é fundamental para a nossa região”, contou Consuelo Castro, ressaltando que a data marca a realização de um sonho da população. “Uma espera de 13 anos”, reiterou a gestora municipal em seu discurso.

Para o governador Simão Jatene, que também visitou as obras de construção da UIPP, do Banpará e de pavimentação de 10km da estrada de acesso à praia de Mangabeira, que estão sendo realizadas pelo Governo do Estado em Ponta de Pedras, a chegada de energia e internet de qualidade ao Marajó significa dar condições para o desenvolvimento da região. “Trazer energia firme significa dizer que o Marajó passará a ter condições de se integrar de forma mais global ao mundo, atraindo novos empreendimentos para gerar emprego e gerar renda para a população”.

Jatene lembrou que na década de 90 os municípios marajoaras tinham energia por apenas quatro horas por dia. “Na gestão do governador Almir Gabriel é que o fornecimento passou a ser por vinte e quatro horas, só que produzindo essa energia à base de óleo diesel, uma forma que além de agredir o meio ambiente, não permite a instalação de grandes empreendimentos”, ressaltou o chefe do Executivo Estadual, ao informar que a obra tem investimento compartilhado entre a Celpa e o Tesouro do Estado.

“Independente do recurso ser proveniente dos cofres públicos ou da empresa, esse linhão é fruto do esforço de todos os paraenses, que se dedicam à construção de um estado melhor. Mas não é só energia firme que chega hoje, chega também internet em fibra ótica, com qualidade, e isso é, sem dúvida, um outro marco histórico que precisa ser dividido com todos que contribuíram, pois obras dessa natureza não pertencem a um governo, porque só são possíveis pelo apoio coletivo de toda a sociedade”, finalizou o governador Simão Jatene.

A subestação de Ponta de Pedras, na Ilha do Marajó, é conectada à subestação de Vila do Conde, em Barcarena, por 17 quilômetros de cabos em cada circuito, beneficiando mais de 30 mil pessoas no município. O deputado estadual Airton Faleiro (PT) elogiou o esforço governamental para levar energia firme ao Marajó. “Se não fosse a decisão política do governador Simão Jatene, essa obra não teria sido feita”, garantiu.

As obras em Ponta de Pedras são a parte inicial da interligação de energia firme na Ilha do Marajó, que também prevê a ampliação e construção de mais subestações e rede, que beneficiarão municípios como Soure, Salvaterra, Cachoeira do Arari, Santa Cruz do Arari, Anajás, Chaves, Afuá, São Sebastião da Boa Vista e Muaná.

O presidente da Celpa, Raimundo Nonato Castro, afirmou que a inauguração marca um novo tempo na vida do povo marajoara. “Estamos muito felizes em poder vivenciar esse momento e contribuir para o desenvolvimento do Marajó com energia firme para acpopulação e segura para o meio ambiente”.

Desenvolvimento

O comerciante Cristiano Lima Tavares já faz planos para melhorar seu empreendimento comercial, o Restaurante e Açaí do Tide. Com a energia de qualidade ele vai poder estocar o principal atrativo do seu restaurante, o açaí, em refrigeradores, o que até hoje não era possível. “Não adiantava ter o equipamento se a gente não tinha energia. Tive muitos prejuízos com mercadoria por causa dos blackouts constantes, eu até investi em um gerador próprio pra evitar prejuízos maiores, mas agora tudo vai ser diferente”.

O proprietário do Hotel Reponta, Manoel Araujo, também planeja ampliar seu empreendimento. “Tenho certeza que teremos novos negócios aqui e mais turistas também. Agora podemos investir em reformas e equipamentos, pois agora teremos condições de dar mais conforto para os hóspedes”.

Navegapará

O município de Ponta de Pedras é a porta de entrada da fibra ótica no Marajó, abrindo os caminhos para que a tecnologia chegue, em breve, também aos municípios de Soure e Breves, e depois para toda a região. A Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado (Prodepa), em parceria com a Celpa e usando um cabo subaquático, implantou uma estrutura de fibra ótica, que será responsável pela transmissão de dados, interligando a ilha do Marajó à rede pública de internet.

São 24 pares de fibra com 10,7mm de diâmetro total. Isso representa o transporte de dados em alta velocidade, proporcionando o alcance de taxas de transmissão da ordem de 40 Gbps. Ponta de Pedras é o primeiro município do arquipélago a receber internet via fibra ótica.

O Navegapará já está disponível para a população em um ponto de acesso livre na praça da cidade e outro no terminal hidroviário, com internet gratuita via wi-fi. Dilson Gomes, morador do bairro Campinho, comemorou a novidade. “Nos éramos carentes de internet, o serviço aqui era bem difícil, mas agora temos sinal de qualidade e o nosso povo só tem a ganhar com isso, que vai nos ajudar muito”.

Em Ponta de Pedras já foram interligados e estão em pleno funcionamento 20 pontos do Navegapará, entre eles: Adepará, prefeitura, secretarias municipais de Cultura, Assistência Social (Conselho Tutelar) e Saúde, duas escolas estaduais e cinco municipais, Polícia Militar, Cras, estádio municipal e duas unidades de saúde. No total, serão interligados 34 pontos, entre órgãos municipais e estaduais, como unidades da Seduc, Semed e Emater, melhorando a conectividade e o trabalho de ordem pública no município.

Texto: Dani Filgueiras (Agência Pará)

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Espaço Inovação do PCT Guamá é inaugurado pelo Governo do Estado

Sectet - qui, 30/06/2016 - 20:00
30/06/2016

O governador Simão Jatene inaugurou nesta quinta-feira (30) o Espaço Inovação, do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), em Belém, o primeiro do tipo a entrar em operação na região Norte. Entre outras autoridades, a cerimônia teve a presença dos secretários de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica, Alex Fiúza de Mello, e de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki, além do presidente da Fundação Guamá, Antonio Abelém.

Com a implantação do Espaço Inovação, o Estado dá mais um passo na política de desenvolvimento socioeconômico, inserida nas ações preconizadas pelo programa “Pará 2030”. “Este é um programa de governo que aponta exatamente para 2030, mas que já começou. E este espaço é uma demonstração clara disso. O que ele quer é contribuir para que cheguemos a 2030 com uma sociedade melhor, menos desigual, que tenha uma melhor relação do homem com a natureza, fruto dos estudos que estão sendo feitos aqui”, explicou Simão Jatene.

Para o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, a iniciativa faz parte da tripla revolução adotada pelo Estado, que leva em consideração conhecimento, produção e novas formas de gestão. “O desenvolvimento depende certamente da verticalização da produção, mas é importante lembrar também que os três pilares se acertam no conhecimento. Uma nova forma de gestão sem o alcance do conhecimento não é possível, e aperfeiçoar a produção verticalizada sem conhecimento, também não. Não por acaso o conhecimento está entre os pilares do Pará 2030, e este prédio já é a materialização desse projeto”, destacou.

Segundo o secretário, todos os laboratórios do prédio terão obrigatoriamente o compromisso de servir ao desenvolvimento das cadeias produtivas. “Esse espaço é um embrião, o primeiro construído na região amazônica para facilitar aquilo que é de mais importante e imaterial, que é a geração de uma nova mentalidade. Aqueles que fazem ciência têm que entender que ela também tem que servir à geração de emprego e renda e de novos negócios e desenvolvimento”, pontuou o secretário.

Pesquisa – A construção e consolidação do Espaço Inovação, principal prédio do PCT, são de responsabilidade do Governo do Pará, por meio da Sectet. O prédio, que recebeu um investimento de cerca de R$ 20 milhões, é composto por seis laboratórios avançados de pesquisa e desenvolvimento, quatro ligados à Universidade Federal do Pará (UFPA) e dois à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), divididos em quase oito mil metros quadrados. O parque foi construído em uma área de 73 hectares cedida pela UFPA e pela Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra).

“As inovações que daqui sairão vão contribuir para que as diversas camadas sociais possam se integrar melhor no processo produtivo, melhor resultado, pois vão agregar valor as nossas matérias-primas, gerando emprego e renda para os paraenses”, reiterou Simão Jatene.

Entre os e laboratórios instalados no centro está o de Agregação de Valor para Produtos Agroindustriais (Agroind/ Embrapa), que oferece serviços de análises de produtos da biodiversidade. “O foco é trazer produtos que tradicionalmente não têm um valor agregado, não são usados, e gerar outros que tenham aceitação para o nosso mercado consumidor alimentício. Também temos uma linha que vai trabalhar com a prospecção de biomoléculas que podem ter finalidades na agricultura, por exemplo, como bioherbicidas, bioinseticidas”, antecipou o coordenador do laboratório, Marcos Henê Chaves.

Entre os exemplos trabalhados estão algumas cadeias da biodiversidade com potencial para entrar no mercado como produto agrícola ou insumo. “Nesse contexto teremos inicialmente o foco na palma ou no dendê. Hoje Pará responde por 95% da produção brasileira de óleo”, afirmou Marcos Henê. Embora o óleo seja extremante importante, a intenção é pensar em coprodutos que têm potencial de mercado e possam atender determinadas demandas, como é o caso da fibra da palmeira.

Biocombustível – O Espaço de Inovação também contempla estudos e pesquisas de oleaginosas para a obtenção de produtos de uso corrente nas indústrias química e alimentícia. “O grande incremento que a gente pretende dar para a indústria local, que já é muito forte, é justamente poder fornecer dados, parâmetros de qualidade, físicos e químicos, e de pesquisa. Nesse sentido podemos inclusive ajudar a reduzir os problemas delas com rejeitos”, afirmou Luis Adriano Nascimento, um dos coordenadores do Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados.

Entre os estudos desenvolvidos está a produção de biocombustível. “Pegar um rejeito da indústria oleoquímica e transformá-lo em biocombustível. É desta forma que a gente pretende contribuir para o desenvolvimento do Estado. O Pará tem uma potencialidade enorme na palma, buriti, pracaxi, ucuuba, castanha, entre outras espécies que podem ser trabalhadas aqui e virar biodiesel. Esse tipo de combustível é uma realidade que está aí para ficar”, ressaltou Adriano Nascimento.

O prédio também comporta empresas de base tecnológica que têm por essência investimentos em inovação: Inteceleri Soluções Ltda., Idee Amazônia, Kalola e RVC Empreendimentos. Durante a inauguração, houve a assinatura dos contratos de uso entre as empresas – selecionadas em edital da Sectet – e a Fundação Guamá, responsável pela gerência do parque. Ainda durante a cerimônia, Simão Jatene assinou a carta de encaminhamento da Lei Estadual de Inovação para a Assembleia Legislativa, que tem como objetivo incentivar a pesquisa, o desenvolvimento científico e a inovação.

Texto: Lidiane Sousa (Agência Pará) | Fotos: Thiago Gomes (Agência Pará)

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Pará Profissional

Sectet - qui, 30/06/2016 - 16:51
30/06/2016

Projeto de Lei que cria o Programa Pará Profissional é encaminhado à Alepa 

Promover a qualificação para o trabalho de jovens e adultos por meio da Educação Profissional e Tecnológica. Esse é a base do Programa Pará Profissional, cujo projeto de lei foi assinado pelo Governador do Estado, Simão Jatene, e encaminhado para apreciação e aprovação da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa). A assinatura do projeto se deu durante o lançamento do Programa Pará 2030, ocorrida ontem, 29, no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia.  

O Programa Pará Profissional é uma ação coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet) e está voltado ao estabelecimento de uma política consistente e eficaz de formação profissional e tecnológica em todas as regiões paraenses. Tem como principal finalidade dinamizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica, nas suas diversas modalidades, nos níveis de formação inicial e continuada, qualificação e certificação de habilidades profissionalizantes, técnico, tecnológico superior e de pós-graduação.

Ao todo, três estratégias estão previstas para a oferta de cursos no âmbito do Programa. A primeira depende dos recursos financeiros e estruturais do Estado, por meio do uso das Escolas Tecnológicas existentes para a oferta de cursos. A segunda estratégia diz respeito à ação articuladora da Sectet para angariar parcerias com o objetivo de realizar cursos em outras instituições, como escolas municipais e estaduais de ensino fundamental e médio ou em espaços cedidos por empresas parceiras. A terceira prevê a contratação dos serviços nacionais de aprendizagem e as instituições da rede federal de educação profissional e tecnológica.  

"Após um longo percurso, desde a concepção do Programa, passando por consultas a vários órgãos e intensas discussões, é com grande satisfação que vemos este ato de encaminhamento da minuta do Projeto de Lei do Pará Profissional à Alepa. Após sua aprovação, teremos um efetivo Programa de Educação Profissional e Tecnológica, que tem como principal finalidade a de ampliar, flexibilizar e dinamizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica em total concordância com as demandas da sociedade e dos setores produtivos do Pará", afirmou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello. 

Além do Programa Pará Profissional, o Governador do Estado, Simão Jatene, também encaminhou o projeto da Lei Estadual de Inovação, uma iniciativa da Sectet com o objetivo de criar incentivos à produção e aplicação de conhecimentos científicos para a criação de um cenário que favoreça a inovação no Estado. Uma reunião com todas as lideranças da Alepa já está planejada para ocorrer em julho, com o objetivo de discutir as vantagens dos projetos encaminhados à Assembleia.  

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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AGE e Prodepa lançam o sistema e-SIC.PA

Prodepa - qui, 30/06/2016 - 00:00
Categorias: Notícias

Articulação

Sectet - qua, 29/06/2016 - 13:58
29/06/2016

Sectet coordena dinamização do setor de plantas medicinais e fitoterápicos no estado

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (SECTET) reuniu-se nesta terça-feira (28) com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), da Universidade do Estado do Pará (UEPA), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) para debater parcerias com vistas a verticalizar as cadeias da biodiversidade que podem contribuir para o desenvolvimento do estado.

Entre outros temas, a reunião abordou a importância de se unir esforços para implantar um Arranjo Produtivo Local (APL) de plantas medicinais e fitoterápicos na Região Metropolitana de Belém, em consonância com as diretrizes propostas no Programa Biopará, coordenado pela Sectet.

Como consenso, foi proposto que se crie uma listagem de espécies de plantas medicinais consideradas prioritárias para dar início a experiências de beneficiamento. Outro aspecto discutido na reunião foi a importância do trabalho de pesquisa em rede para o desenvolvimento de produtos oriundos da nossa biodiversidade.

Atualmente, a equipe da Sectet coordena a elaboração do plano de desenvolvimento do potencial APL. A Secretaria vem articulando parcerias com diversas instituições para discutir a possibilidade da indução do APL, bem como para estimular a inovação tecnológica no setor, com o objetivo de desenvolver produtos fitoterápicos como forma de agregar valor ao insumo florestal paraense. 

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Educação Profissional

Sectet - qua, 29/06/2016 - 13:50
29/06/2016

Ulianópolis terá o 1º comitê gestor intersetorial de apoio a Educação Profissional 

A cidade de Ulianópolis, localizada no sudeste paraense, será o primeiro município a instalar um Comitê Gestor Intersetorial de Apoio a Educação Profissional e Tecnológica na Região do Capim. A criação do comitê é uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Ulianópolis, com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), e a solenidade de assinatura da ata de posse dos integrantes se deu no dia 23 de junho, durante a 15º Feira Agropecuária de Ulianópolis, ocorrida durante o período de 22 a 26 de junho. 

A solenidade contou com a presença da coordenadora de qualificação profissional da Sectet, Sonia Mendes, do diretor-presidente da empresa Pagrisa S/A, Marcos Zancaner, e da prefeita de Ulianópolis, Neusa Pinheiro. “Damos início, agora, ao processo de apoio as atividades e a oferta de cursos no município de Ulianópolis, visando qualificar as pessoas e gerar oportunidades para o acesso ao emprego na indústria sucroalcooleira, no comércio e serviços e também a geração de atividades empreendedoras com mão de obra mais qualificada no município”, afirmou a coordenadora Sonia Mendes. 

O apoio à criação do comitê integra o esforço da Sectet em programar e executar ações de fomento voltadas ao avanço de processos e de tecnologias para a Educação Profissional e Tecnológica com o objetivo de impulsionar as cadeias produtivas no Estado. No caso de Ulianópolis, o principal objetivo é o de impulsionar a cadeia produtiva da indústria sucroalcooleira, tendo em vista a especificidade da região nesse seguimento industrial.

Para atingir esse objetivo, a Sectet assinou um convênio de cooperação técnica com a empresa Pagrisa S/A, empresa voltada para a cadeia produtiva da indústria sucroalcooleira da Região Norte. A iniciativa prevê a expansão da oferta de cursos de educação profissional nas diversas modalidades, de Formação Inicial e Continuada (FIC) e nível técnico, além do esforço no aproveitamento de, pelo menos, 15% dos alunos egressos dos cursos realizados em ocupação relacionada, combatendo, assim, o desemprego na região.

A Sectet e Pagrisa S. A. estão em fase de alinhamento para definição dos primeiros cursos a serem ofertados, voltados para qualificação técnica e aperfeiçoamento de habilidades profissionalizantes. Entre os cursos pré-selecionados, destacam-se os de técnicas de manutenção do sistema de injeção eletrônica, de soldagem e em açúcar e álcool.

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

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Sectet inaugura, nesta quinta-feira (30), prédio do Espaço Inovação, no PCT Guamá

Sectet - qua, 29/06/2016 - 10:34
29/06/2016

 A partir deste mês, o Pará passará a contar com um espaço exclusivo destinado a transformar ciência e tecnologia em inovação e serviços úteis à sociedade. Trata-se do Espaço Inovação, prédio situado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), que será inaugurado nesta quinta-feira (30) pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet).

Com quase oito mil metros quadrados de área interna e investimentos de cerca de R$ 20 milhões, o Espaço Inovação, principal edificação do Parque, abre as portas com seis laboratórios avançados de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e três empresas de base tecnológica. “Ao investir na implantação do Espaço Inovação e do parque tecnológico como um todo, o governo estadual pretende criar uma ambiência favorável ao enraizamento de uma mentalidade empreendedora e criativa no Estado, promovendo a inovação e verticalizando as cadeias produtivas regionais”, destaca o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.  

Serão quatro laboratórios ligados à Universidade Federal do Pará (UFPA) e dois à Embrapa, os quais oferecerão serviços como a identificação de contaminação por agrotóxicos em alimentos; assessoria agroindustrial na cadeia do açaí e outros produtos; diagnósticos em genética; análise de óleos vegetais; apoio no controle biológico de doenças e pragas na agricultura; e construção de equipamentos eletrônicos. São eles: Centro de Valorização Agroalimentar de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA); Laboratório de Engenharia Biológica; Laboratório de Instrumentação para Produtos Agroindustriais (Agroind); Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados; Laboratório de Fitossanidade e Manejo; e Laboratório de Sensores e Sistemas Embarcados (Lasse). 

Empresas - O Espaço Inovação abrigará, também, empresas com grande potencial de crescimento econômico e que tenham por escopo investimentos em inovação. Três empresas já foram selecionadas pelo edital lançado pela Sectet e pela Fundação Guamá, responsável por gerenciar o Parque, para se instalarem no Espaço. As empresas "Inteceleri Soluções Ltda", “Idee Amazônia” e "RVC Empreendimentos" foram as primeiras aprovadas para residirem no Espaço. Na ocasião de inauguração, haverá a solenidade simbólica de assinatura dos contratos de uso entre as empresas e a Fundação Guamá. 

“A implantação deste ambiente vai trazer uma dinâmica estratégica para a inovação no estado do Pará, estimulando a sinergia entre laboratórios e empresas com projetos complementares. Também vai incrementar a receita do PCT Guamá a partir das locações das salas, contribuindo para a autossustentabilidade do Parque", ressalta o presidente da Fundação Guamá, Antonio Abelém.  

Parcerias - Os Laboratórios do Espaço Inovação foram contemplados e equipados com recursos financeiros federais e estaduais, advindos de projetos apresentados pelo Estado e aprovados pela da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), Sectet e  Fundação Amazônia Paraense de Amparo à Pesquisa (Fapespa). Outras parcerias deverão dar continuidade à consolidação desses investimentos.
 
Pioneirismo na Amazônia -
Construído em Belém, numa área de 73 ha cedida pela UFPA e pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), o PCT Guamá é o primeiro parque tecnológico a entrar em operação na Região Norte.  A construção e consolidação do espaço são de responsabilidade do Governo do Pará, por meio da Sectet. Para mais informações, acesse: www.pctguama.org.br. 

Texto: Ana Carolina Pimenta - Ascom Sectet

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Sectet firma parceria com empresa para fomentar educação profissional em Ulianópolis

Sectet - ter, 28/06/2016 - 14:53
28/06/2016

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet) ganhou um importante aliado para impulsionar o fomento da educação profissional e tecnológica no Estado, mais precisamente no município de Ulianópolis, localizado no sudeste paraense. A empresa Pagrisa S/A e a Sectet assinaram um convênio de cooperação técnica para, juntas, programar e executar ações de fomento voltadas ao avanço de processos e de tecnologias para a Educação Profissional e Tecnológica com o objetivo de impulsionar a cadeia produtiva da indústria sucroalcooleira no Estado. 

A assinatura ocorreu durante a 15º Feira Agropecuária de Ulianópolis, ocorrida durante o período de 22 a 26 de junho. A Pagrisa S/A é uma empresa voltada para a cadeia produtiva da indústria sucroalcooleira da Região Norte, atuando em atividades que vão desde a produção da cana-de- açúcar, até a colocação do açúcar e do álcool no mercado para consumo final. É sediada na zona rural do município de Ulianópolis e sua planta industrial possui capacidade para uma produção diária de 300 mil litros de etanol e oito mil sacas de 50 kg de açúcar.

Dentro da usina da empresa, a mão de obra é completamente diferente das plantações e colheitas por envolver processos que requerem um conhecimento mais específico e técnico dos procedimentos de produção. Dessa necessidade surgiu a aproximação entre a Sectet e a Pagrisa S/A para o incremento da Educação Profissional e Tecnológica no município de Ulianópolis. 
"Este convênio é o primeiro dentre outros que a Sectet pretende formalizar ainda este ano com instituições que demandam mão de obra qualificada no Pará e que possuem expertise e capacidade instalada na cadeia em que atuam. São importantes parceiros do Governo do Estado, tanto na identificação real das demandas, quanto no compartilhamento de espaços e experiência de seus profissionais para a melhor oferta possível dos cursos de educação profissional e tecnológica, que é nosso principal objetivo", afirmou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.

O convênio prevê a expansão da oferta de cursos de educação profissional nas diversas modalidades, de Formação Inicial e Continuada (FIC) e nível técnico, além do esforço no aproveitamento de, pelo menos, 15% dos alunos egressos dos cursos realizados em ocupação relacionada, combatendo, assim, o desemprego na região. A Pagrisa S/A disponibilizará os espaços da empresa para a prática dos alunos durante a execução dos cursos.

A Sectet e Pagrisa S/A estão em fase de alinhamento para definição dos primeiros cursos a serem ofertados, voltados para qualificação técnica e aperfeiçoamento de habilidades profissionalizantes. Entre os cursos pré-selecionados, destacam-se os de “técnicas de manutenção do sistema de injeção eletrônica”, “técnicas de soldagem” e “técnico em açúcar e álcool”. 

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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